Crônica de um pai destinada ao prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiushi. PS: É importante dizer que um movimento de pais e mães foi criado para tratar do assunto. E dessa forma nenhum vereador está autorizado a falar por nós. Estou escrevendo esta crônica da mesma cidade onde, neste ano de 2019, ocorreu o triste episódio na Escola Estadual Raul Brasil. E escrevo justamente para tratar de outro episódio, proporcionalmente triste, na área da Educação. Moro no Jd. Revista, bairro da periferia de Suzano. Vivo aqui desde 1998. Tenho duas filhas que nasceram na cidade. A mais velha tem 10 anos e quando era pequena ficou aos cuidados pedagógicos da creche, oficialmente nomeada como EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) do Jd. Revista, durante três anos. E a filha mais nova tem três anos e desde 2018 está na mesma EMEI que a irmã esteve. Essa creche fica em um imóvel alugado e existe há cerca 12 anos. No começo de outubro desse ano, a Secretaria de Educação aqui do município anunciou, de forma brusca (sem um mínimo de chance de voltar atrás, segundo uma representante da pasta) o fechamento desta creche. E para tentar apaziguar os ânimos nos informaram que nossos filhos serão transferidos para a creche comunitária existente aqui no bairro. Existem problemas estruturais nessa creche comunitária, já que o prédio não foi construído para este fim e as adequações feitas não foram suficientes. E apesar de necessária, essa creche comunitária não supre as nossas necessidades, além de nos preocupar com a questão da quantidade de crianças que lá estarão no ano que vem, pois se não bastassem as crianças que já são atendidas naquela creche, ela ainda vai receber as crianças da EMEI e mais aquelas que irão se inscrever, porque o que não falta aqui é