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Informações úteis para se manter atualizado

Sobre o novo livro

Acabo de ver a primeira versão da ilustração que será a capa do livro “Peripécias de Minha Infância”. As ilustrações internas já estão todas encaminhadas. O autor é o Betto, artista plástico suzanense que tem o que mostrar. O romance infanto-juvenil já está praticamente pronto e os relatórios para a Funarte estão em dia. Lembrando que a Funarte – Fundação Nacional de Artes – Ministério da Cultura – Governo Federal, é quem está patrocinando a produção do livro. “Peripécias de Minha Infância” será lançado em agosto, com edição limitada de 1000 livros e 150 camisetas com a estampa da capa. E vale dizer, que além da aprovação do Governo Federal, essa 1ª edição já sai com 360 livros encomendados para empresas e bibliotecas. O restante será vendido nos 5 lançamentos que haverá em São Paulo: Suzano, Santo André, Centro de Sampa, Cooperifa e Guarulhos. Saudações culturais.

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Tô de Fogo Morto

Iniciei o ano finalizando “O ano da morte de Ricardo Reis” de José Saramago. Aí dei uma pausa no autor de “As intermitências da morte” para dar um respiro. Então fui ler um autor nacional, nordestino: José Lins do Rego. Advinha qual livro? Fogo Morto. Me ferrei. Sabe porquê? Queria dar uma folga para minha mente, parei de ler o Saramago e peguei o Zé Lins achando que seria mais light. Putz, mas logo o Fogo Morto? Porque não o “Menino de Engenho”? Sei lá, deve ser porque na minha biblioteca em casa, de 852 volumes, o do Zé Lins tava me chamando. Que triste vida a dos personagens: Mestre Zé Amaro, Seu Lula e o Papo Rabo Capitão Vitorino Carneiro da Cunha. Através desses três sertanejos, dá pra ter ideia da desumanização que o nordestino sempre sofreu. No fim da leitura chorei igual Mestre Zé Amaro. Eu parecia um usuário de drogas acuado no centro de São Paulo com a fome dando picadas na parede do meu estômago. Não saí em vão. Tô arrasado. Confesso. Não valo nada, não presto pra nada. Tô de fogo morto.

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Eis o Pavilhão

Esse aí na foto é o prédio que abriga o Pavilhão da Cultura Afro-Brasileira , que fica no Parque Max Feffer, em Suzano, São Paulo. Por enquanto é somente um prédio, conquistado pelo movimento negro de Suzano. Como funcionário da Prefeitura de Suzano, Secretaria de Cultura, fui convidado para tocar o espaço. Na semana passada entreguei ao Secretário de Cultura todo o projeto de um ano de atividades, incluindo manutenção, adaptação, compra de móveis, oficinas, eventos e espetáculos. Esse primeiro ano será mantido com verba da Fundação Cultural Palmares – Governo Federal. Nesta semana começo a ficar no espaço diariamente. Mas ainda estamos sem telefone. No mais vou mantendo todos informados. Saudações culturais

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Entrevista on line

Queridos e queridas, já está disponível na internet a entrevista que concedi ao Oscar D’Ambrósio, da Rádio Unesp FM. Basta ir no endereço: http://aci.reitoria.unesp.br/radio/perfil_literario E clicar no número 509.

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Sarau no Ibirapuera

Meus queridos, essas são algumas das imagens do Sarau lá no Ibirapuera, onde nós, de Suzano, com duas vans lotadas, abrilhantamos o espaço com muita poesia e música. fotos: Landy e outros Landy e Alanda, na concentração Cris, Landy e Alanda Rener e Alanda Jéssica e Alanda Família da Landy, que veio lá de Barueri para o sarau Sacolinha abrindo o sarau Guel e seu berrante Francis e seus cordéis Márcio e suas músicas Minha sogra Ivanete e minha cunhada Cléia Jady Dany Moraes Seu Valdivino Sampaio Cris, Débora e Landy Landy recitando Yoseph Débora Garcia Tayane, minha sobrinha Silvia Seny Cris recitando Lanche coletivo

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Sarau dos Umbigos

Aqui estava eu e mais algumas pessoas no Sarau “O que dizem os umbigos” realizado mensalmente pela Samara e o Daniel, lá na Casa de Cultura do Itaim. Antes estávamos na loja do Buzo, ali ao lado, no “Encontro com o autor”. Aproveitei e arrastei as meninas super poderosas para o sarau: Ingrid, Camila e De Lourdes. fotos: Sacolinha e Landy o público conferindo a nossa mesa Painel do homenageado “Henfil” O porteiro, pego no flagra, lendo um cordel do Francis Gomes Ingrid, De Lourdes e Camila Francis Trupe de Clows “Daria um filme…” Público atencioso Eu e os meus trabalhos Dança afro Alanda sempre cheia de energia De Lourdes em ação Francis promovendo as publicações

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Escritor Sacolinha

Sou Sacolinha, um escritor nascido em São Paulo, reconhecido por minhas obras que incluem romances e contos. Além de escrever, atuo como líder cultural, promovendo eventos como o 1º Salão Internacional do Livro. Levo minha paixão pela literatura a locais incomuns, ministrando palestras e oficinas em prisões, favelas e associações de moradores. Meu compromisso com a promoção da leitura me levou a colaborar com projetos inovadores da UNESCO e Ministério da Justiça!

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