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A Globo no Tietê
De dezembro de 2008 à fevereiro de 2009, o cordelista Denivaldo Araújo, o escritor Cákis e eu fizemos duas viagens com uma jangada de garrafas pet no Rio Tietê. Descemos da cidade de Mogi das Cruzes até Itaquaquecetuba. Não foi somente por aventura, mas também porque eu tinha que terminar um livro e precisava dessa vivência e também para dar conhecimento á todos das imensas barreiras de lixo e aguapés que estão bloqueando vários trechos do rio e ameaçando várias cidades por onde corre o Tietê. Com relação a esse último objetivo não surtiu muito efeito. Mas agora temos a emissora Globo com um aventureiro e um flutuador descendo o rio desde a nascente (só se foi de pé com o flutuador nas mãos, porque a nascente é estreita e não permite a passagem de nenhuma canoa, muito menos o bom andamento de um flutuador), e segundo a emissora eles vão percorrer 500 quilômetros de rio. Acho muito boa a iniciativa pelo fato de que eles têm o poder de chegar mais facilmente aos olhos das autoridades e ambientalistas demagogos. Assim poderão mostrar todos esses bloqueios que impedem o rio de correr livremente, já que ele transborda e passa pela margem, às vezes invandindo todo o espaço de várzea e quase chegando nas ruas e avenidas das cidades próximas. momento de chegada numa barreira a barreira, por cima é planta, mas por baixo é só lixo e corpo de seres vivos, cavalos, cachorros e humanosvisão por cima da barreira Eu e meus aparatos de navegador
Oficina dos menestréis
Deto Montenegro (diretor) e Sacolinha E na sexta que passou o Teatro Armando de Ré em Suzano gargalhou até altas horas. Teve gente que teve convulsão de tanto rir. A culpa foi minha, das secretarias de cultura e saúde de Suzano que levaram o grupo “Oficina dos menestréis” para apresentar o musical “Good Morning Suzano” com 25 pessoas entre eles cadeirantes, deficientes visuais, prostitutas, travestis, heteros, soro-positivos e agentes de saúde. Mas o fator importante é que ninguém, das mais de 300 pessoas na plateia se iludiu, achando que o grupo estava ali somente para fazer rir. Nada disso! A reflexão e o assunto foram muito bem abordados. E mais uma vez Suzano sai na frente quando consegue quebrar o senso comum das administrações que somente conseguem unir a secretaria de cultura com a de educação. Aqui nós unimos cultura e saúde, sem ser brega ou careta.
Ligação entre amigos
– Alô, Sacolinha! _______________________________ – Oi Rika, cê tá nesse número, posso te ligar depois? Estou n’outra ligação. ____________________________ – Não, é rapidinho, só pra dizer que o nome da tua filha tá errado, não é Alanda, é ALinda! ________________________________________________ Obs: Sugestão da amiga Ricarda Goldoni.
Precisa de palavras?
ALANDA Lendo sua 21ª história Mamãe Landy e filha Alanda Papai Sacolinha