Meu Blog

Informações úteis para se manter atualizado

Conto com títulos…

O amigo e poeta Sérgio Vaz resolveu fazer uma brincadeira que virou conto. O danado pegou alguns títulos de livros que foram lançados nos últimos anos e fez uma bela história. Leia na íntegra: A Poesia dos deuses inferiores – Sérgio Vaz *baseado em fatos que não aconteceram, mas que poderiam ter acontecido facilmente A Guerreira em questão morava no topo da favela, lá, onde subindo a ladeira mora a noite, e chegava do trabalho lá pelas dez. Um ônibus lotado, mais o que doía mesmo era o trem. Chegou em casa e o suposto marido, graduado em marginalidade já estava louco de cachimbo, na cidade de Deus onde todos foram esquecidos, o nóia era conhecido como colecionador de pedras. Um dia já foi trabalhador, mas… Pensamentos vadios é foda. Elizandra já não suportava mais essa vida, mas não se sabia porque vivia pelo vão da felicidade, enquanto o desgraçado do Ademiro vivia na fortaleza da desilusão. E assim, viviam a vida queninguém vê. No sábado, hoje é quinta, ela vai matar o desgraçado, só que ela ainda não sabe, nem ele, por isso seguia sobrevivendo no inferno no seu castelo de madeira noite adentro planejando o assassinato. Pronto, já é sábado -resolvi cortar a sexta-feira e partir direto para os acontecimentos. Quando Elizandra chegou, moída do trabalho, encontrou novamente o traste bem louco na cadeira no canto da cozinha. A casa estava imunda, um quarto de despejo. Foi a gota D´agua. Ela o matou com o tiro bem no meio da cabeça. Foi assim: Há alguns dias ela tinha conseguido um revólver emprestado de um admirador, que não via a hora do nóia se mudar do Capão pecado para ele logo se entocar na goma do malandro. A Guerreira já chegou decidida, o zóio estava pegando fogo, vixe, ela

Leia + »

Justificativa

Queridos (as). Sábado tive problemas com a internet, os dois dias de chuva, quinta e sexta, aqui em Suzano, foram o suficiente para danificar o modem e o roteador do Centro Cultural Boa Vista, e a internet da minha casa está de recesso por conta de problemas da telefônica. Por isso, nesta semana, se eu deixar de publicar algum texto aqui, vocês já sabem. Saudações literárias!

Leia + »

Só sábado

Queridos amigos leitores, como vão? Tô eu aqui em Suzano numa correria. Hoje e amanhã, quinta e sexta, estou trancado numa sala com 50 professores, o dia inteiro, ministrando uma oficina de incentivo à leitura. Por isso só volto aqui no sábado pela manhã, com uma crônica falando de leitura. Até lá. Abraços… Sacolinha!!!

Leia + »

Dois cliques

Eu e duas leitoras no lançamento dos Cadernos Negros 31 Alessandro Buzo e eu na Loja Suburbano Convicto

Leia + »

Buzo avisa

Vem ai o jornal que vai agitar a cena cultural Breve mais informações, o numero 1 será em fevereiro/2009 e o jornal será mensal. Mais uma conquista da LITERARUA, tudo sobre Literatura, cinema, música. Haverá uma coluna com o escritor Sacolinha. Editores: Alessandro Buzo e Alexandre de Maio

Leia + »

Eu respondo

Pediram para eu responder: Pra mim, o que é (ou poderia, deveria ser/quero eu que seja)… Editora, personagens, circulação de livros e arte. Seguem abaixo minhas respostas: ______________________________________________ EDITORA Ser escritor é algo estúpido. Muitos acham que ser produtor de histórias é algo inteiramente bom. Não é assim, infelizmente. Primeiro que escritor não é considerado uma profissão, já tentei e argumentei em vários lugares, mas não adianta, não está na lei. Certa vez estava recitando uma poesia em frente ao Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, para ver se conseguia chamar a atenção do público para dar uma olhada em meus livros, e quem sabe, comprar. Sabe o que ouvi? Uma mulher passou por mim e disse quase num resmungo: – Vai trabalhar vagabundo. Outra vez cheguei a Fortaleza, onde ia participar de um debate sobre Cultura. Na recepção do hotel tive que preencher uma ficha. Num espaço pediam a minha profissão, e lá coloquei todo orgulhoso: Escritor. Após entregar a ficha ao funcionário, aguardava ansioso a chave do meu quarto, precisava de um banho. Mas o atendente examinava a ficha e olhava pra mim com cara de desconfiado. Perguntei se tinha algo de errado e ele disse: O senhor não tem profissão? Por isso, quando muitas vezes alguém diz pra mim que é escritor eu digo em pensamento: – Grande coisa. A firma que o escritor trabalha é conhecida pelo nome de Editora. Geralmente essa firma recebe a produção de um escritor, analisa, e se for bom e propício para aquele momento, a editora paga uma pequena porcentagem ao autor. Isso, se o produto der certo no mercado. Mas o produtor das histórias não tem os benefícios de um trabalhador. Queria eu que as editoras funcionassem de fato como uma empresa que tem compromissos trabalhistas com seu funcionário.

Leia + »

Escritor Sacolinha

Sou Sacolinha, um escritor nascido em São Paulo, reconhecido por minhas obras que incluem romances e contos. Além de escrever, atuo como líder cultural, promovendo eventos como o 1º Salão Internacional do Livro. Levo minha paixão pela literatura a locais incomuns, ministrando palestras e oficinas em prisões, favelas e associações de moradores. Meu compromisso com a promoção da leitura me levou a colaborar com projetos inovadores da UNESCO e Ministério da Justiça!

Todos meus Artigos

Arquivos
Carrinho de compras
Rolar para cima
WhatsApp chat