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Informações úteis para se manter atualizado

Camisa 85 Letras

Não sou estilista, muito menos quero lançar uma grife. Explico: Saíram hoje dez camisas com a logo do livro 85 Letras e um Disparo, desenhada pelo grafiteiro Raça, daqui mesmo de Suzano e prensada pela loja de roupas Contacto Sport. Não tenho intenção de comercializar e nem de lançar a marca, estas camisas só foram feitas porque três pessoas se juntaram e resolveram dar mais visibilidade ao livro. Para os próximos dias sairão mais 30 camisas, e como a edição é única e limitada (assim como foi com o adesivo de carro) quem quiser pode pedir a sua por apenas R$ 15,00 (quinze reais). Estampa e pano bons. Saudações!

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Nova matéria

Hoje de manhã o fotógrafo Anderson do Diário de São Paulo veio até a cidade de Suzano para fazer uma foto comigo que irá ilustrar a matéria do colunista Donizeti Costa. Ela será publicada na semana que vem e vai falar sobre a minha vida, meus livros e minha trajetória. Assim que tiver o dia exato eu aviso aqui. Saudações literárias!

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Crônica inédita

Por que escrevo* Sempre acreditei que o ser humano precisa de uma válvula de escape para suportar os problemas. Alguns aproveitam os finais de semana indo à baladas, dançando e bebendo o tempo todo. Outros vão às compras consumir, alguns se drogam, outros descarregam seu estresse no ato sexual. Na minha cabeça têm sempre duas opiniões distintas, pensamentos cruéis, dúvidas, imaginações mil, enfim, vivo em constante conflito comigo mesmo. Para apaziguar esses demônios achei na escrita a minha válvula de escape. Mas escrevo também por outro motivo em particular. Na minha infância sofri muito preconceito racial por ser negro. Sofri porque não sabia me defender, e achava que ser negro era errado. Para completar a minha falta de auto-estima algumas cenas do meu dia-a-dia deixavam-me totalmente pra baixo. Uma das atividades em sala de aula era colorir figuras. As professoras passavam o desenho pra gente e quando esse desenho era um ser humano, sempre via algum aluno pedindo o lápis de cor bege porque queria pintar da cor de “gente”. E eu ficava perguntando pra mim mesmo se “gente” era apenas bege. Outro fator foram as histórias em quadrinhos que raramente tinham personagens negros ou da “cor preta”. Exemplo disso são os gibis da Turma da Mônica de Maurício de Souza. O único negro que eu conhecia na história era o Pelézinho, que só aparecia vez ou outra. Os desenhos animados pra mim eram um grande desanimador, deixavam-me ruminado fatos e coisas com relação a heróis negros. Tinha um personagem que ficava forte de uma hora pra outra, crescia que até chegava a rasgar as roupas do corpo. Mas ele era verde. Passava nessa época um seriado muito conhecido chamado “Os Trapalhões” onde os únicos negros que tinham era o Mussúm que só queria saber de samba e de beber

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Conto inédito

O último azulejo* Irene saiu de casa esbanjando alegria, tudo nela exalava satisfação; a roupa, o cabelo e os olhos. Finalmente sairia do aluguel para morar no que é seu. Parou na padaria para tomar um pingado. Enquanto bebia o líquido quentíssimo, como se estivesse tomando sopa lembrava por tudo que passou para chegar àquele dia. Chegou a comprar três terrenos, para somente um ser o seu. O primeiro foi estelionato e o segundo era terreno público em área de manancial. Somente depois de tudo isso é que aprendeu a consultar a prefeitura ou o cartório, e assim conseguir comprar um imóvel dentro da lei. Também, coitada, mineira que chegou a São Paulo na década de 80 e não teve tempo pra estudos, somente trabalho em casa de família. A vida inteira assim, até que se casou e conseguiu um emprego definitivo como auxiliar de limpeza no hospital Santa Marcelina. Foi com esse emprego que começou a guardar dinheiro para sair do aluguel. Mas o marido era quase um chupim, vivia sem trabalhar. Uma hora ou outra fazia um bico aqui ou um biscate ali, e o restante do mês passava nas costas da mulher. Irene logo ficou grávida e veio o primeiro filho. No calor da primeira vez o relacionamento parecia mudar. Ele arrumou um emprego e parecia mais bonzinho. Bebida, era só uma dose de qualquer coisa pra abrir o apetite. Isso Irene agüentava, e até dava aquele beijo de saída e de chegada que havia cessado no início do casamento. Assim que a criança completou seis meses, Irene ficou grávida novamente e tudo começou a se perder outra vez. Ele não a procurava mais, quase não queria saber dos filhos e só não perdeu o emprego, pelo contrário, parecia mais trabalhador do que antes. Saía de casa

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Aqui só em janeiro

Queridos amigos, chega de blog esse ano. Só volto aqui no dia 06 de janeiro de 2009, já com novidades. Bom tudo pra todos e todas. A gente se vê! Qualquer coisa estarei acessando o e-mail: [email protected] Abraços… Sacolinha!!!

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Escritor Sacolinha

Sou Sacolinha, um escritor nascido em São Paulo, reconhecido por minhas obras que incluem romances e contos. Além de escrever, atuo como líder cultural, promovendo eventos como o 1º Salão Internacional do Livro. Levo minha paixão pela literatura a locais incomuns, ministrando palestras e oficinas em prisões, favelas e associações de moradores. Meu compromisso com a promoção da leitura me levou a colaborar com projetos inovadores da UNESCO e Ministério da Justiça!

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