passada a limpo. Amigos todos, narro abaixo toda a semana de correrias, contatos e articulações políticas, culturais e sociais. Só pra lembrar que segunda e terça-feira, 23 e 24, fiquei o tempo inteiro fechando os últimos detalhes do Centro Cultural Sesc/Boa Vista, desde computadores que chegaram do Governo Federal, livros, estantes, até bebedor de água. Embarquei sentido Florianópolis às 11h da quarta-feira. Fiquei hospedado num hotel que fica na areia da praia dos Ingleses, do meu quarto para a água do mar eu gastava 35 segundos. Mas que praia que nada, o frio tava presente conspirando contra. O único ruim desse hotel é que ele ficava à 1h do Centro de Convenções, onde estava rolando o VII Congresso DST/Aids, lugar em que eu apresentei, na sexta-feira o projeto “Pavio Erótico” selecionado entre 1500 projetos. Logo na abertura teve uma apresentação “bem loka” do grupo “Good Morning São Paulo”, grupo formado por 40 pessoas, entre elas cadeirantes, deficientes visuais, travestis e prostitutas. Abordaram muito bem a questão de gênero e a situação de pessoas vivendo com o HIV. No segundo dia, quinta-feira, foi a vez do desfile da “Daspu” grupo de prostitutas do Rio de Janeiro que lançaram uma grife voltada para as profissionais do sexo. Enquanto tudo isso acontecia rolava em dezenas de salas, debates e apresentações de projetos. Aproveitei e fui até o Morro do Mocotó, comunidade que fica ao lado do Centro de Convenções e que antes eu só ouvia falar pela TV, nos telejornais sensacionalistas. Lá conheci algumas entidades como a Casa Brasil, Associação de Moradores, Creche Comunitária e a Comunidade Católica, todas elas trabalhando em prol dos moradores. Doei 10 exemplares do livro 85 Letras e um Disparo para esses locais. Aproveito para agradecer à professora Ginga, responsável pelo espaço da Casa Brasil e à Dona