“… Porque o passado me traz uma lembrança, do tempo qu’eu era criança, que o medo era motivo de choro, desculpa pra um abraço ou um consolo” Queridos e queridas. Essa semana que passou foi uma correria só. A lembrar de quinta-feira, 10 de abril, que iniciei minha oficina lá na Biblioteca Monteiro Lobato em Guarulhos. Costumo gastar 40 minutos de Suzano até lá, mas dessa vez gastei mais de 1 hora por conta da chuva. Eu pisava no acelerador e o carro não ultrapassava mais que 40 km por hora na Rodovia Ayrton Senna. E quando eu peguei a Dutra então, nem se fala, o limpador do pára-brisa não dava conta da água que caía feito um corpo pesado em cima do meu Poizé. E finalmente cheguei na biblioteca. Mesmo debaixo de chuva os interessados compareceram em peso. Lá pelas 21h acabou a energia e tive de encerrar obrigatoriamente esse primeiro dia. Chegando em casa, sem chuva pelo caminho, às 23h30 sentei na frente do computador e tome mais trabalho. Estou finalizando a organização do livro “Amor lúbrico – Textos para serem lidos na cama”, a ser lançado em 28 de junho, com uma tiragem de 5 mil exemplares. O livro terá 22 autores de todo o Estado de São Paulo. Na sexta-feira, faculdade de manhã, trampo a tarde, reunião aqui e ali e de noite organizei um lançamento no Centro Cultural de Suzano, trata-se do livro “Astronave de Papel” o primeiro livro do amigo Cabral. Sábado fiquei das 10h às 16h na mesa de livros da Associação Cultural Literatura no Brasil, dentro do projeto “Arte na Rua” autografando livros, conversando com leitores e papeando com os artistas plásticos. A noite apresentei mais um sarau “Pavio da Cultura” que modestamente está cada vez melhor. Acordei cedo no domingo e