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Informações úteis para se manter atualizado

Palestras escolas de Atibaia

Neste domingo, 25, fui até a cidade de Atibaia – SP, à convite de um grupo de professores, para dar palestras em três escolas estaduais. No domingo a noite eles foram até o hotel onde eu estava e lá batemos um papo sobre literatura e educação. Na segunda-feira, ontem pela manhã, iniciei a maratona de palestras, onde visitei as escolas: Profª Maria do Carmo Barbosa, Zilah Barreto Pacciti e Profª Fúlvia Maria Aparecida Cancherini Fazzio. Foram seis horas de palestras e cerca de 550 alunos atingidos. Deu pra perceber o imediato resultado, seja nas palmas, nos olhos brilhando ou nas falas e perguntas dos alunos. Isso só prova o quanto estou no caminho certo da contribuição para uma sociedade mais humana. Desenvolvo estas palestras desde 2005, e tenho intensificado o projeto nos últimos anos, visitando uma escola por semana, pois tenho encontrado professores dispostos a mudar isso que está aí. Agradeço o convite feito pelo professor Mário Sérgio Thomaz e agradeço também os professores Augusto Costa, Rosevaldo e Deiva, por terem abraçado a ideia. Por fim, um agradecimento também à recepção feita à mim pelas empresas Bem Receber Turismo e Hotel Faro, ambas de Atibaia. 

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Bate papo no Sesc

E quinta-feira, 29/10, estarei no “Estante Viva” no Sesc Belenzinho. O Estante Viva é um projeto onde o autor seleciona cerca de 30 livros que influenciaram sua escrita e comenta sobre eles, mediado por outro escritor. Eu serei mediado pelo autor Marcelo Maluf. Tá afim de participar? Clique aqui para mais informações.

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Conto

Originalmente publicado no livro “85 letras e um disparo” Caminhos cruzados Verão de 1994. Três horas da tarde. A partida havia parado por conta do calor de 42º que castigava as cabeças dos 22 jogadores. Kauê saiu calmamente do campo, conversando com Tico, zagueiro do seu time. Firmino, jovem de 26 anos que até então assistia a tudo, abordou Kauê: – E aí Negão, posso conversar com a sua pessoa? – Perguntou Firmino. – Pode não, deve. Num sou nem uma estrela pra você perguntar isso – Responde Kauê. O zagueiro cumprimentou os dois e foi embora. Firmino olhou firme nos olhos de Kauê e disse: – Matei, tô roubando, cheirando e bebendo. E aí, que tu tem pra mim dizer? Kauê tentou raciocinar: como assim, por que, o que eu falo? Acabou por responder: – Firmino, que história é essa rapá, tá louco é? – Que louco o quê Negão, foi o que aprendi a fazer. – Porra Firmino, tanta coisa pra aprender e você foi aprender logo isso? Kauê e Firmino cresceram juntos no Morro do Culhão, Rio de Janeiro. Os dois têm a mesma idade. Presenciaram muitas coisas junto, entre elas, o destino das pessoas que entraram na vida do crime através do tráfico de armas e drogas. O pacto que fizeram na adolescência era de que nenhum deles iria se envolver com qualquer tipo de coisa que levasse ao caminho do mal. É claro que não viraram santo, mas seguiram à risca este pacto. Aos dezessete anos Kauê começou a compor sambas enredos para alguns blocos carnavalescos. O primeiro enredo de sua autoria foi o escolhido por uma escola. Nem precisou distribuir a letra xerocada e muito menos lotar um ônibus para torcerem pro seu samba no dia da seleção, como muitos faziam. A partir daí,

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Palestras nas escolas

Desde 2008 que venho fazendo palestras nas escolas. Uma vez um amigo escritor disse pra mim: “Você é louco! Falar num lugar onde ninguém te leu e nunca leu nada e ficam numa algazarra… Sem contar os professores que não respeitam o nosso trabalho e vêem na palestra um motivo pra ficar na sala dos professores corrigindo prova. Cê tá com disposição, isso sim”. E ele tem razão em muitas coisas, inclusive quando ele fala de disposição. É ela que faz com que seja tudo diferente em cada escola que eu vá e que o resultado seja excelente. Assim como nas Fundações Casas e nas Penitenciárias, o objetivo tem sido alcançado. Cada dia mais pessoas que não liam estão lendo. Tenho um puta orgulho disso. Na semana passada  fiz esse trabalho na E.E. José Papaiz, Jd. Leblon em Suzano – SP à convite da Coordenadora pedagógica Ana Caló. Foram duas palestras e um sarau. Já no fim da primeira palestra a sala de leitura da escola encheu de interessados em emprestar livros. Aí uma funcionária da escola me perguntou: “Como você conseguiu isso?” e eu respondi: “Só provei pra eles que eles gostam de ler. Todo mundo gosta, só que alguns não sabem ainda”. Aproveito esse post para agradecer às mais de 300 escolas que me receberam, onde dei palestras, fiz saraus e oficinas. Obrigado aos profissionais da educação que me convidaram e parabéns aos que querem dar uma cara diferente à esses prédios escolares. A disposição continua. São duas palestras por semana até o fim de novembro deste ano. E vamos que vamos!

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Escritor Sacolinha

Sou Sacolinha, um escritor nascido em São Paulo, reconhecido por minhas obras que incluem romances e contos. Além de escrever, atuo como líder cultural, promovendo eventos como o 1º Salão Internacional do Livro. Levo minha paixão pela literatura a locais incomuns, ministrando palestras e oficinas em prisões, favelas e associações de moradores. Meu compromisso com a promoção da leitura me levou a colaborar com projetos inovadores da UNESCO e Ministério da Justiça!

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