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Informações úteis para se manter atualizado

Neste sábado em Suzano!

Vamos receber o grande escritor e publicitário João Anzanello Carrascoza. Ele estará na cidade para ministrar a oficina de criação literária “Prosa Rio Abaixo” destinada aos escritores da região do Alto Tietê. Esta oficina faz parte da pré-programação do 1º Encontro de Autores Regionais que será realizado nos dias 29, 30 e 31 de maio desse ano. A oficina será ministrada o dia todo, das 9h às 18h, na sede do Teatro Contadores de Mentira. REALIZAÇÃO: APOIO:

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Sobre o Manteiga de Cacau

E agora vamos falar do meu quinto livro. Mas dessa vez vou deixar outro falar por mim: com vocês, resenha de Escobar Franelas. MANTEIGA DE CACAU (Sacolinha) Ler “Manteiga de Cacau”, do escritor Sacolinha, sacramentou uma idéia que já alimentava desde outras leituras do autor. Ademiro Alves – o nome civil do escritor – representa hoje, no panteão dos grandes escritores da dita “literatura marginal”, um dos vetores essenciais da produção literária nacional. Dono de uma escrita fluida, de uma antena que capta os mínimos movimentos de seus personagens de maneira muito perspicaz e de uma imaginação que dialoga com todas as “subjacências” a nós permitidas pela plenitude da Arte, Sacolinha, nos doze contos que compõem “Manteiga de Cacau”, mostra-se à vontade no paraíso das letras, sem perder nunca a vivacidade primordial, de alguém atento e apaixonado pelo seu ofício. Resumidamente, poderíamos dizer que o trabalho de Sacola em “Manteiga” é um estudo do homem enquanto ser social, dotados dos bons e maus predicados inerentes à vivência humana. Assim, não somos surpreendidos por super-heróis, mas pela certeza de que todos ali podem ser encontrados na fila do mercado, num esbarrão na praia lotada, dentro do metrô, ou nessa cadeira ao lado, no consultório do dentista. Os cinco contos iniciais, enfeixados sob o subtítulo enigmático “Coisas da Cabeça e do Orgulho”, estudam o homem e a solidão. Não a solidão dos sorumbáticos ou suicidas mas a solidão do homem que em certo momento tem que tomar decisões e não pode delegar a mais ninguém este poder. Assim, desde o jovem sistematizado (vitimizado pelas circunstâncias?) Mendel do primeiro conto homônimo, passando por Adnalla (ou melhor, Pedro, o zen). Ou talvez o “pai absoluto” encarnado em “Seu Carlos, é pelo bem deles dois e do bom andamento do serviço público. Só o senhor

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Em 2010

Peripécias de minha infância foi selecionado pela Fundação Nacional de Artes através da Bolsa Funarte de Criação Literária 2009. De 657 projetos que se inscreveram pela região Sudeste, somente dois foram escolhidos, entre eles, este romance infanto juvenil que conta as aventuras de Artur, personagem de família financeiramente pobre, porém criativo e viciado em felicidade. O livro é totalmente ilustrado. Estação Terminal foi premiado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) da Secretaria de Estado da Cultura, também em 2009. Aqui a história contada é a do Terminal Corinthians Itaquera, permeada pelo nascimento e a trajetória do transporte clandestino e alternativo da cidade de São Paulo, as peruas e os perueiros. Ambos saíram pela editora paulista Nankin. O lançamento duplo foi feito em 2010 e incluiu uma caravana com mais de 40 lançamentos pelo estado de São Paulo que começou em agosto e só terminou em dezembro do mesmo ano, passando por saraus, escolas, associações de moradores, congressos e até em presídios e fundações casas. Curiosidades sobre os dois livros: – Estação Terminal foi usado por delegados e peritos, para retirar do arquivo vários casos não solucionados de mortes, assaltos e acidentes com vítimas fatais na região da Zona Leste de SP. – O Guia da Folha avaliou os livros como Bom**** e Ótimo*****, respectivamente. – Peripécias virou peça de teatro nas mãos do grupo suzanense de manipulação de bonecos “Laboratório de Manipulação”. – Metade dos leitores que adquiriram o romance Estação Terminal trabalham no Terminal Corinthians Itaquera, como cobradores, motoristas, taxistas, perueiros, ambulantes e marreteiros. – Várias escolas adotaram, independente, o livro Peripécias para leitura de seus alunos. – Por conta do Itaquerão (Estádio do Corinthians) e da abertura da Copa, iniciou-se desde 2012 uma espécie de especulação literária em torno do “Estação Terminal” que é encontrado nas livrarias pelo valor de R$ 40,00 e na Estante virtual,

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Minha agenda de sábado

22/2 – SÁBADO – 15H SESC ITAQUERA A literatura marginal ou periférica começou a ganhar atenção dos teóricos há pouco mais de uma década, mas quase sempre tratada sob o ponto de vista do intelectual. Nos últimos anos a cultura da periferia começou a ser ouvida por meio de outras vozes, comprometidas com seus locais de fala e que ecoam experiências vividas. Neste bate-papo o Sesc traz autores e personagens comprometidos com a cultura da Zona Leste para uma conversa aberta e informal, visando apresentar um panorama da produção literária da região.  Mediador: Inácio Pereira, Coordenador do Núcleo Arteculturação e Programação Cultural da Fundação Tide Setubal, responsável pela organização e realização do Festival do Livro e Literatura de São Miguel. Convidados:  Andrio Cândido é ator, professor, escritor, poeta e produtor cultural. Fundador do Coletivo Cultural Marginaliaria que organiza saraus e intervenções artísticas na região. Sacolinha (Ademiro Alves de Sousa) é escritor, autor de romances e livros de contos. Desenvolve também projetos de palestras sobre literatura em escolas públicas do estado de São Paulo. Rodrigo Ciríaco é educador, escritor e coordenador do coletivo cultural os Mesquiteiros. Organiza também o evento Biqueira Literária, para apresentação de obras de escritores independentes.  Local: Café Aricanduva

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Comunidade de Março

Aê povo! Tô vindo aqui só pra avisar aos interessados da data e do tema de março da Comunidade do Conto. Será no dia 5, a partir das 18h30, no Teatro Contadores de Mentira. Tema do mês: Carnaval Então, boa sorte e mãos à obra.

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Escritor Sacolinha

Sou Sacolinha, um escritor nascido em São Paulo, reconhecido por minhas obras que incluem romances e contos. Além de escrever, atuo como líder cultural, promovendo eventos como o 1º Salão Internacional do Livro. Levo minha paixão pela literatura a locais incomuns, ministrando palestras e oficinas em prisões, favelas e associações de moradores. Meu compromisso com a promoção da leitura me levou a colaborar com projetos inovadores da UNESCO e Ministério da Justiça!

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