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Enterro em Suzano

Agora escritores promovem enterro do secretário Secretário de Cultura de Suzano, Suami Azevedo, será enterrado depois de velório ocorrido no mês de abril no Jd. Revista em Suzano. A Associação Cultural Literatura no Brasil, cansada dos erros da secretaria de cultura de Suzano, comandada por Suami Azevedo, promove agora o enterro do secretário. O enterro em forma de protesto ocorrerá no começo de julho, época que era para ser realizado um projeto importante na cidade, a Conferência Municipal de Cultura. O escritor e cordelista Francis Gomes, vice-presidente da entidade comenta a necessidade deste ato “Havíamos feito o velório e deixado o enterro para depois, mas não imaginávamos que viria um erro grave em tão pouco tempo assim. Desta forma iremos enterrá-lo de vez. Pra gente já deu”, declara o cordelista. O que resultou no velório ocorrido em abril foi a falta de diálogo com a classe artística e o fechamento do Teatro Contadores de Mentira que, segundo os escritores, teve a participação do secretário. Agora os motivos são muitos, além da contratação de uma tenda inflável (planetário) no valor de 1 milhão de reais e que não tem utilidade alguma para os cidadãos suzanenses, o secretário continua em cima do pedestal, continua não atendendo os artistas e ainda por cima decide não fazer a Conferência Municipal de Cultura. E o pior é que resolveu articular na surdina a participação de Suzano na conferência de Mogi das Cruzes, sem falar com os artistas e ainda por cima indicando as propostas e os delegados que irão representar Suzano. Ou seja, “a incompetência do secretário é tanta que além de querer tomar de conta da Virada Cultural de Mogi, já que Suami não consegue o projeto para Suzano, ainda quer tomar parte da conferência mogiana”, comenta Francis Gomes. Segundo Sidney Leal, escritor e diretor

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Imagens do Sarau da Quebrada

A convite do parceiro Todyone, de Guaianases, fui lançar meus livros na edição deste mês do Sarau da Quebrada. A atividade ocorre embaixo de um viaduto no centro do bairro. Neste dia houve apresentações de dança, teatro e, claro, literatura. Veja abaixo alguns cliques. Fotos: Insígnia  

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Sobre as manifestações

Geração da utopia e o sistema de transporte público Os acontecimentos dos últimos dias têm me dado muita esperança. Eu já imaginava como nossos filhos nos teriam daqui há alguns anos. Talvez seríamos conhecidos como a geração que cultuou a bunda. Felizmente, parece que a nomenclatura será menos vergonhosa. Creio que não chegaremos a ser utópicos como a geração que viveu a Ditadura Militar nas décadas de 1960 e 1970, até porque nossos sonhos, as lutas e as conquistas estão mais próximos da realidade do que naquela época. Isso tudo porque tivemos os jovens das duas décadas citadas que lutaram por sonhos que estamos vivendo hoje. O estopim dessas manifestações me chama a atenção. Atualmente as únicas pessoas que ganham com o transporte público da cidade de São Paulo são os empresários. Antes o leque era maior, já que envolvia perueiros, traficantes, policiais e alguns líderes do sindicato dos motoristas e cobradores de ônibus. Os perueiros não pagavam impostos e nem prestavam contas dos seus ganhos. Abriam linhas de transportes sem nenhuma fiscalização. Traficantes eram pagos para proteger essas linhas, do olho grande de policiais militares, que viam nos lotações um meio de complementar a renda, cobrando pedágio dos perueiros, tomando de assalto as linhas clandestinas e até rodando por elas com suas peruas compradas com o dinheiro da corrupção. Com a queda na arrecadação, os donos das empresas de ônibus cobravam soluções da prefeitura. Como a solução por parte do poder público era somente paliativa, os empresários resolveram agir. Oficialmente fizeram campanhas contras os lotações, exibindo, atrás dos ônibus, mensagens agressivas contra os perueiros. Por baixo dos panos pagavam alguns líderes do sindicato dos motoristas e cobradores para que promovessem greve e queima de ônibus. Com isso tinham argumentos para pedir o aumento da passagem e dos subsídios do

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Projeto Casulo

Pois é, meu povo! Aqui vão algumas imagens da minha oficina lá no Casulo. O projeto foi realizado pela SP Leituras e teve, como um dos objetivos, a intenção de abrir caminho para outros projetos de mediação de leitura na Comunidade do Real Parque, região do Morumbi. O projeto Casulo é daqueles lugares em que a gente acredita que a transformação é possível, e que através dos educadores sociais podemos imaginar um país sem a maioridade penal reduzida. Escolas, entidades e associações, contem comigo sempre! Alguns momentos da oficina Último dia da oficina, com sarau aberto a todo o projeto

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Imagens da palestra de hoje

Hoje, pela manhã, estive no Jd. Andaraí em SP, conforme anunciado aqui no blog. A unidade escolar, que recebeu minha palestra desta vez, foi a EMEF Ary Gomes. Como sempre o momento foi enriquecedor para ambas as partes: o público e eu. São poucas as escolas e são poucos os professores que batem na tecla do incentivo à leitura. Por isso que digo sim para todos os convites vindos de escolas, pois sei que vou lá para contribuir nesse trabalho árduo da leitura. Professores, coordenadores e diretores, contem comigo sempre!

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Escritor Sacolinha

Sou Sacolinha, um escritor nascido em São Paulo, reconhecido por minhas obras que incluem romances e contos. Além de escrever, atuo como líder cultural, promovendo eventos como o 1º Salão Internacional do Livro. Levo minha paixão pela literatura a locais incomuns, ministrando palestras e oficinas em prisões, favelas e associações de moradores. Meu compromisso com a promoção da leitura me levou a colaborar com projetos inovadores da UNESCO e Ministério da Justiça!

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