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Imagens da Feira

Sábado passado rolou mais uma edição da Feira de Troca de Livros e Gibis. Dessa vez, as trocas e o espaço de convivência superaram as outras edições. Tivemos mais de 200 trocas que envolveram cerca de 500 livros. Os músicos da Associação Cultural Literatura no Brasil chegaram trincando. Aí já viu, né? Aproveitamos o violão e tome poesia. Veja algumas imagens clicadas por mim:

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A Caverna está em nossa cabeça

Acabo de finalizar a leitura de mais um livro do Saramago, “A Caverna”. E estou no livro até agora, pasmo, com medo de mim mesmo e cheio de inquietações. Logo eu fui ter acesso a esse livro? Uma eterna criança com medo das contradições, Dane-se. Não é eu quem sempre falo que devemos ler livros que estraguem a gente? Então, A Caverna é um desses livros. Nele Saramago recria o “Mito da Caverna” de Platão, através da vida de uma família de oleiros que somente depois de ter os produtos totalmente rejeitados é que se libertam de uma caverna onde estão sentados num banco de pedra olhando sombras na parede, projetadas por uma fogueira atrás deles e que eles pensam ser somente isso o mundo. O momento da leitura em que comecei a ficar mal foi quando Cipriano Algor, um dos protagonistas, encontra numa caverna embaixo de um shopping Center, seis corpos humanos acorrentados em bancos de pedra. Aí ele mesmo senta e começa a chorar. Não há nada mais triste, mais miseravelmente triste do que um idoso a chorar, ainda mais numa situação como esta, onde depois de mais de 60 anos ele descobre que foi enganado, sendo obrigado desde o berço a pensar assim, trabalhar assim, consumir assim e achar assim. Acho que nunca sairei desse livro, e se sair não será ileso, pois estou desde ontem a procurar um lugar nesse mundo que não é uma caverna, inclusive creio que a maior delas está em nossa própria cabeça. Vídeo do youtube que explica o que é o mito da caverna Agora vou iniciar a leitura de “As intermitências da Morte” também de José Saramago, pois na terça que vem tenho um debate sobre ele.

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Espetáculo no Pavilhão

Salve, salve meus queridos e minhas queridas. Entre tantas correrias que sou envolvido, parei agora aqui no blog para destacar uma delas. Trata-se de uma peça teatral encenada ontem no Pavilhão da Cultura Afro, em Suzano. A peça foi baseada no texto “O enfermeiro” do escritor negro Machado de Assis, e encenada pelo grupo de teatro formado em Suzano para o projeto de incentivo à leitura “Letras de Luz”. Então unimos o útil ao agradável. Aqui na cidade, onde somos município pólo, eu é quem coordeno o Letras de Luz, e estou tocando um projeto também no Pavilhão. Seguem imagens abaixo clicadas por mim.

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Tô convidando todo mundo

Feira de Troca de Livros e Gibis acontece neste sábado No próximo sábado (27/3) a Prefeitura de Suzano em parceria com a Associação Cultural Literatura no Brasil, realiza mais um vez na cidade, a Feira de Troca de Livros e Gibis que será realizada das 10h às 16h, no hall de entrada do Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi” (Rua Benjamin Constant, 682 – Centro – Suzano – SP). A feira é realizada todo último sábado do mês. Dessa vez teremos apresentação musical com Marcio Sam e Banda Lítero Musical, exibição do Vídeo-Literatura / Projeto Experimental e do filme Palavra (En)Cantada, além de um sarau de poesias e espaço aberto para quem quiser se apresentar. Os interessados podem comparecer no espaço e fazer troca no stand da prefeitura, da associação ou trocar com outros usuários que estiverem no local. Gêneros como romance, poesia, crônica, cordel e HQ, fazem parte do acervo de troca da feira. O objetivo é criar um espaço de convivência entre escritores, poetas, colecionadores, educadores e leitores em geral. A entrada é gratuita e não tem classificação etária. Outras informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (11) 4747-4180.

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Quem sabe menos das coisas, sabe muito mais que eu!

_______ Nesses últimos dias venho dedicando cerca de 6 horas diárias na produção do meu novo romance, o “Estação Terminal”. Fico até às 2h ou 3h da manhã escrevendo, deletando, refletindo, criando fatos e pesquisando. ___________________________________________________ O tema central do livro foi vivido por mim durante 12 anos. O livro é a história do terminal Metrô Itaquera e os problemas que o cercam, como o transporte clandestino e alternativo, os ambulantes, os moradores de rua que vivem ali, pedintes, máfia dos policiais e a máfia da Viação Cidade Tiradentes. O romance é permeado pela vida de sete protagonistas: Pixote, Gago, Mastroloco, Maria José, Cadeirinha, Arilson e Helton Lima. Todos com seus conflitos e crises que fará do livro um instrumento da verdade humana para o leitor desatento entender que precisa ser chocado pra acordar para a realidade que o cerca. ___________________________________________________ Como sempre faço em minha criação literária, uso de todos os meios possíveis de pesquisa para compor um texto que seja bom. Assim como ouvi centenas de músicas de forró, quando compus o conto “Os Prazeres de Sara” para os Cadernos Negros 28, hoje, escrevendo “Estação Terminal”, o computador aqui de casa fica conectado à internet o tempo todo, pois o livro se passa entre os anos de 1988 à 2006, antes da chegada do Shopping Itaquera e poucos anos depois da chegada do Expresso Leste e do Poupa Tempo. Com isso estou ouvindo muita música, músicas que ouvia nas viagens de lotação que fazia como cobrador da Cidade Tiradentes até o Metrô Itaquera, ida e volta, músicas que meus companheiros de trabalho da época, abriam a porta de trás da kombi ou da van e aumentavam no último volume. ____________________________________________________ Meu ex-patrão adorava Roberto Carlos. De segunda a sexta-feira, das 5h às 6h da manhã, ouvíamos “As canções

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Mais de mim!

Essa aqui foi uma entrevista que concedi ao programa The Eduardo Freire Show. Qualquer semelhança com outro programa é mera coincidência. Edu recebe o escritor Sacolinha na sexta edição no Yahoo! Vídeo

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Escritor Sacolinha

Sou Sacolinha, um escritor nascido em São Paulo, reconhecido por minhas obras que incluem romances e contos. Além de escrever, atuo como líder cultural, promovendo eventos como o 1º Salão Internacional do Livro. Levo minha paixão pela literatura a locais incomuns, ministrando palestras e oficinas em prisões, favelas e associações de moradores. Meu compromisso com a promoção da leitura me levou a colaborar com projetos inovadores da UNESCO e Ministério da Justiça!

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